quinta-feira, 28 de abril de 2011

Na conversa com meu amigo Rodrigo ele me disse...

eu cheguei a coonclusão que viver essa nossa aventura vocacional é como escrever uma poesia
tem hora que a inspiração vem, tem horas q ela foge e que vamos busca-la, em outras horas ela que vem ao nosso encontro e assim a cada dia escrevemos uma pagina de vida.
é o que tbm tem de semelhante é
que fazer e escrevemos pelo noso prazer mas para outro ler

nesse sentido o religioso deve estar atento, pra q o seu prazer pessoal
não seja maior do que o compromisso com aqueles q devem ler o que escrevemos
 

o nosso 1º leitor é Deus ele que deve ser o nosso público alvo o resto é consequencia

Hugo, Rodrigo e Eu
Chegamos a um dos alicerces daquilo que é ser contemplativo
é saber que todo o tempo, o tempo todo
temos diante de nós, a testemunha eterna dos nossos atos
o Altissimo que se debruça sobre nós como um pai se debruça no berço do filho
atento, sempre, com muito amor
isso dá o sentido de ser ativo na oração, e contemplativo na ação.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

ONU lança


O ano Internacional do Afrodescendente foi declarado pelo Órgão das Nações Unidas. O secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, explicou o objetivo da iniciativa. Segundo ele, o Ano Internacional tentará fortalecer o compromisso político de erradicar a discriminação a descendentes de africanos. A iniciativa também quer promover o respeito à diversidade e herança culturais.
Por ocasião do lançamento o secretário geral fez um apelo para que a comunidade internacional  se empenhe em garantir aos afrodescendentes direitos fundamentais como a saúde e a educação: “Vamos todos intensificar os nossos esforços para assegurar que os povos afrodescendentes possam gozar de todos os seus direitos”.
Ban lembrou ainda as metas de integração e promoção da equidade racial estabelecidas pelos países-membros da ONU na Conferência de Durban, em 2001.  O compromisso foi reiterado no ano passado, na Conferência de Revisão de Durban, realizada entre 20 e 24 de abril de 2009 em Genebra (Suíça).
A homenagem aos povos de origem africana foi uma iniciativa da Assembleia Geral da ONU, em reconhecimento da necessidade de se combater o racismo e as desigualdades econômicas e sociais.
Os afrodescendentes estão entre as comunidades "mais afetadas pelo racismo" e "enfrentam demasiadas vezes restrição de acesso a serviços básicos, como saúde e educação de qualidade”, afirmou o secretário geral da ONU.  "A comunidade internacional não pode aceitar que comunidades inteiras sejam marginalizadas por causa da sua cor de pele", afirmou.
 fonte CNBB

domingo, 10 de abril de 2011

Lançado o Ano Internacional do Afrodescendente no Brasil

Foi lançado pela ministra chefe da Secretaria de Promoção de Políticas para a Igualdade Racial (Seppir), no dia 21, o Ano afrodescendente no Brasil. O lançamento da campanha marca também os oito anos de criação da Seppir e o Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial, comemorado no dia 21 de março, que lembra as vítimas do massacre de Shapeville na África do Sul, mortas enquanto realizavam um protesto pacífico contra o regime de segregação racial.
O lançamento da Campanha no Brasil se justifica pelo alto número da população negra no país que é maior do planeta (e primeira fora do continente africano), este ano é a ocasião para chamar atenção para as persistentes desigualdades que ainda afetam esta parte importante da população brasileira.
De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2009, 51,1% dos brasileiros se reconhecem como "pretos" ou "pardos". Significa que mais da metade de população brasileira tem descendência africana.
fonte CNBB

terça-feira, 5 de abril de 2011

Missa reúne elementos africanos para o ritual católico



   Atabaques, frutas, músicas, cores e estampas vibrantes. Apesar de característicos, os elementos não configuram nenhuma festa. O que acontece há 13 anos na cidade de São João de Meriti, e que tem atraído cada vez mais participantes, é uma missa afro. Na cerimônia, o sacerdote mostra que a alegria e o ritmo do continente africano são partes fundamentais para a comunicação com Deus.
A confusão com rituais das religiões afro-brasileiras é comum, mas os frequentadores da missa, na Comunidade São Benedito e Nossa Senhora do Rosário, não veem problema na comparação.
— As pessoas falam que tem atabaque, mas muita igreja protestante tem atabaque e pandeiro. Quem vem de fora pensa que é macumba, mas é ignorância. Todos nós somos afro-brasileiros — explica a estudante Rosane Pereira Moura, de 24 anos.

Fonte OGlobo.com

domingo, 3 de abril de 2011

Poema de DOM PEDRO CASALDÁLIGA, sobre o latifúndio

 Confissões do Latinfúndio
 
Por onde passei,
plantei
a cerca farpada,
plantei a queimada.
 
 
Por onde passei,
plantei
a morte matada.
 
 
Por onde passei,
matei
a tribo calada,
a roça suada,
a terra esperada...
 
 
Por onde passei,
tendo tudo em lei,
eu plantei o nada.

  
Pedro Casaldáliga
(Bispo jubilado de Sao Felix do Araguaia, MT)

Felicidade e Alegria

 

 

Muitas pessoas  confundem alegria com felicidade. Elas podem até parecerem um pouco, mas há uma grande distância entre a duas: Ser ou estar alegre pode significar sentir prazer, estar eufórico, muitas vezes sentir-se bem e é uma coisa perférica. Podemos estar alegres sem sermos felizes. Já a felicidade é um estado de espírito, não é um sentimento, é maior. É algo de base e também independe da alegria. Ser feliz é ter coragem de arriscar-se, é ousar, é abrir mão de certos prazeres. Aliás, saber abrir mão de alguns prazeres é ter coragem de ser feliz. Sim, quando uma jovem abre mão de tantas coisas para ser mãe, quando alguém abre mão de prestígio, de dinheiro e de poder, está contruíndo a sua felicidade. Ser feliz não é curtir a vida, mas também pode ser, vai depender do "curtir". Enfim a  alegria não é pribido a quem é feliz, faz parte dele. Quem é feliz, é alegre. A felicidade é para os fortes. A felicidade é de Deus.            

 

De Cecília Maria , minha mãe.