Três anos antes de sua morte, Francisco resolveu celebrar da forma
mais concreta possível, perto de Greccio, o nascimento do Senhor. Dizia:
“Quero lembrar o menino que nasceu em Belém, os apertos que passou;
como foi posto num presépio, e ver com os próprios olhos como ficou em
cima da palha, entre o boi e o burro”.
Francisco mandou, pois, preparar um presépio e trazer
muito feno, juntamente com um burrinho e um boi, dispondo tudo
ordenadamente. Reuniram-se os irmãos chamados dos diversos lugares.
Acorreu o povo, ressoaram vozes de júbilo por toda a parte e a multidão
de luzes e archotes resplandecentes junto com os cânticos sonoros que
brotavam dos peitos simples e piedosos transformaram aquela noite num
dia claro, esplêndido e festivo
Assim nasceu a tradição da representação do nascimento do Deus menino. Deus em seu infinito amor se fez pequeno simples acessivel para os homens se libertarem de todo o pecado.
Francisco representou esta lindíssima cena pela necessidade de enxergar este enorme feito de humildade de despojamento sendo um questionamento a nós.
Por que desejamos ter tantas coisas, roupas, uma casa linda, se o que Deus realmente valorizou e valoriza a partir de Cristo foi o Amor? O amor de Mãe pelo filho, da mulher pelo marido, do marido pelo filho e a mulher ,do povo para com seu líder...
Que neste Ano vivemos valorizando o que Cristo valorizou o Amor somente o Amor!


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